Para a diretora do Museu do Piauí, Dora Medeiros, e o presidente do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão (Sated-PI), William Tito afirmam que os museus são relevantes para preservar a história de cada povo. Denominado de Casa de Odilon Nunes, através de projeto do deputado estadual Olavo Rebelo (PT) aprovado pela Assembléia Legislativa do Piauí (Alepi), em 1999, esse espaço cultural é exposição permanente da História do Piauí, do Brasil e do mundo.
Mais conhecido como Museu do Piauí, o espaço abriga peças e objetos raros que não existem mais. Como exemplo disso, destacam-se peixes que datam de 65 milhões de anos, e troncos fossilizados que, segundo estimativa de pesquisadores, possuem cerca de 200 milhões de anos.
Segundo Dora Medeiros, os prédios da Justiça Federal, da Prefeitura de Teresina, da Fundação Cultural do Piauí (Fundac), da Igreja do Amparo e, principalmente, o do Museu do Piauí, construído em 1859, pouco tempo após a fundação de Teresina, que data de 1852, formam o Centro Histórico da capital. “O próprio prédio é uma peça do Museu”, disse.
Para William Tito, é preciso que a população visite mais o Museu do Piauí e tome consciência da importância dele. Segundo ele, chegou a hora de Teresina ter seu Centro Histórico tombado, seguindo o exemplo de cidades como Recife, São Luís e São Paulo.
“Também é preciso diminuir as atividades no entorno desses prédios, porque isso contribui decisivamente para preservação dessas construções arquitetônicas antigas e singulares, além das peças que lá se encontram guardadas e, ao mesmo, estão expostas para visitação”, disse William Tito.
FONTE:CCOM
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